

É um desafio à criatividade. Leia as Intruções do desafio.
Escreva o que lhe apetecer, e divirta-se :-) Beijinhos. Inês
Tanta vezes a cantarinha vai à fonte que há-de lá deixar a asa.
Parece-me que é assim...
Um abraço,
Francisco Nunes
"Daqui lavo as minhas mãos" (Isso foi o que ele pensou.Ora vejam...)
Afixado por: em abril 8, 2005 02:22 AMInês, teu nome fica recordado
De amores quase imortais mas tão distantes
Escrevê-lo é avivar-mos a memória
Da história das histórias do passado
Sonhando agora, Inês, como eras d´antes.
Bjs
Afixado por: em abril 8, 2005 02:40 AMTantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá deixa a asa.
Emília.
Pois é,mas isso só acontece aos azelhas.E agora já não há cantaros de barro, e água corrente não mata agente.
Afixado por: Salema em abril 14, 2005 04:09 PM